Crimson Desert vendeu 5 milhões de cópias na primeira semana — mas a crítica está dividida
Crimson Desert chegou em março de 2026 como um dos lançamentos mais ambiciosos do ano: mundo aberto sem telas de carregamento, sem restrições de exploração, e um mapa que as primeiras estimativas colocam como duas vezes maior que o de Skyrim e maior que o de Red Dead Redemption 2. Os números de vendas acompanharam a ambição — mais de 2 milhões de unidades vendidas nas primeiras 24 horas, e 5 milhões na primeira semana.
A crítica, no entanto, não foi unânime. As notas ficaram na faixa dos 77-78 no Metacritic (PC e PS5), um resultado "bom mas não excepcional" pra um jogo desse porte. O consenso costuma elogiar o combate estiloso e a liberdade de exploração — vários veículos chamam o jogo de um dos melhores action-adventure da geração nesse quesito específico —, mas apontam que a ambição do mundo aberto às vezes esbarra em execução irregular, com side quests e sistemas que não sustentam o mesmo nível de polimento do combate.
Um detalhe técnico chamou atenção: o jogo já nasceu com suporte a PS5 Pro confirmado, e chegou simultaneamente a PC, PS5, Xbox Series X e Mac — um lançamento multiplataforma dia-um bem mais amplo do que o normal pra um projeto desse porte vindo de um estúdio coreano.
A Pearl Abyss já confirmou mais conteúdo a caminho pra Crimson Desert, além de deixar escapar que o próximo jogo do estúdio já está em desenvolvimento. Pra quem gosta de perder horas explorando sem rumo, é difícil não recomendar. Pra quem busca perfeição em cada sistema, talvez valha esperar alguns patches.