Death Stranding 2: On the Beach é um dos jogos mais bem avaliados de 2025 — por quê?
Hideo Kojima entregou uma sequência rara: mais acessível que o primeiro Death Stranding sem abrir mão da estranheza que define a série. O resultado é uma nota 89 no Metacritic — sétimo lugar entre os jogos mais bem avaliados de 2025 — e 95% de avaliações positivas no lançamento na Steam, um feito e tanto pra um port day-one.
A crítica destaca principalmente o ritmo: a primeira metade do jogo original era criticada por exigir paciência demais antes de "engrenar". Em On the Beach, esse problema praticamente desaparece — o sistema de entregas ganhou mais ferramentas, veículos e formas de interação social assíncrona entre jogadores, tornando cada trecho do mapa mais dinâmico desde o início.
Norman Reedus volta como Sam Porter Bridges, agora enviado à Austrália pra reconstruir uma rede de conexão num continente devastado por um cataclismo próprio. Elle Fanning entra no elenco como uma nova personagem central, e a trilha sonora — sempre um ponto forte da série — segue entregando momentos de silêncio quebrados por música na hora certa.
Nem todo mundo saiu convencido: parte da crítica ainda aponta que a essência "simulador de entregador" pode cansar quem não se conectou com a proposta desde o início. Mas pra quem topa o convite, Kojima Productions provou que sabe ouvir feedback sem trair a própria visão.