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REVIEW

Resident Evil Requiem: o retorno mais assustador (e mais vendido) da série

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Resident Evil Requiem chegou em fevereiro prometendo devolver a série às raízes do terror puro, e os números não deixam dúvida de que a aposta deu certo: mais de 6 milhões de cópias vendidas em poucas semanas, o ritmo mais rápido que um título principal da franquia já atingiu esse marco.

Arte oficial de Resident Evil Requiem
Arte oficial de Resident Evil Requiem — Arte oficial: Resident Evil Requiem — Capcom

Construído no RE Engine, o jogo aposta em iluminação dinâmica e modelagem facial que carregam boa parte do peso emocional da narrativa — os sustos aqui dependem tanto do som e da escuridão quanto de qualquer monstro específico. A Capcom manteve a fórmula que funcionou em Village e no remake de RE4: tensão constante, munição escassa, e a sensação de que qualquer porta pode ser a última.

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O lançamento multiplataforma simultâneo — incluindo Nintendo Switch 2 no mesmo dia — também chama atenção: é raro ver um survival horror pesado rodando em um portátil híbrido sem cortes visuais grosseiros, e a Capcom conseguiu manter a atmosfera intacta mesmo na versão portátil.

Passados alguns meses do lançamento, o consenso crítico se mantém: Requiem não reinventa a série, mas refina tudo que os fãs já amavam, com um ritmo de progressão que raramente dá folga. Pra quem gosta de jogar com as luzes apagadas, é praticamente obrigatório.

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